Lorien's posts with tag: céu
Acordei, e uma das primeiras coisas que eu disse foi: "e não é que eu estou me sentindo bem disposta hoje a pesar dos sonhos bizarros?" Eu não tinha visto o Sol. Saí de moletom, levando a blusa de lã do uniforme, que eu estava crente de que ia precisar. Quando saí e o vi, fiquei muito surpresa. Que meu ânimo melhora nos dias ensolarados, não é segredo nenhum. Ter acordado bem, mesmo sem ter notícias do sol, e logo depois ele aparecer, me surpreendeu positivamente :) Agora que o outono já está mostrando a que veio (e sabendo que mais para o fim da semana o tempo vai emburrar, pois ele sempre emburra na sexta-feira da paixão), nada melhor do que aproveitar ao máximo os dias de sol. Ter que carregar um monte de roupas de frio de volta para casa porque o calor veio repentino é o tipo de peso extra do qual eu definitivamente não reclamo! Salve Apolo :D
Eu e o Chronos temos ouvido muitas músicas com temáticas voltadas para espiritualidades politeístas nos últimos tempos: Além do Ragalaz´Runedance, que eu já comentei vááárias vezes, estamos ouvindo bastante Omnia e Faunn. Mas nem sempre é em músicas feitas para falar sobre experiências espirituais que encontramos reflexos de nossas experiências mais íntimas. Voltei a ouvir essa música, que deve ser de dez anos atras, e, devo dizer, agora ela faz um sentido completamente diferente para mim...
La Bela Luna (Paralamas do Sucesso)
Por mais que eu pense Que eu sinta, que eu fale Tem sempre alguma coisa por dizer Por mais que o mundo dê voltas Em torno do sol, vem a lua me enlouquecer A noite passada Você veio me ver A noite passada Eu sonhei com você Ó lua de cosmo No céu estampada Permita que eu possa adormecer Quem sabe, de novo nessa madrugada Ela resolva aparecer A noite passada Você veio me ver A noite passada Eu sonhei com você...
Saudações!
Ao invés de ficar postando toda a vez que eu quiser comentar algo que o Quiroga escreve no horóscopo, coloco mensalmente, e vou dando replys. Esse é o post para esse fevereiro que começou bizarro
Horóscopo Mensal:
Ainda há muita vida para ser vivida e desfrutada ao máximo, você não precisa gastar nem um pouco de sua preciosa energia emocional duvidando disto. Muitos mortos e magoados ficaram para trás, sua alma também saiu ferida das batalhas, mas lá no fundo a certeza de a vida valer a pena continua intacta. Esta é sua força, esta é sua luz, nutra-a com carinho.
Para Hoje: Há pessoas que contribuem ativamente para alimentar o turbilhão de emoções que tomou conta de sua vida interior. Porém, há outras que facilitam o esclarecimento e ajudam você a recuperar a calma. Escolha seus relacionamentos.
Tenho precisado refletir muito sobre essa coisa de quem está realmente ajudando. Em um momento como esse, em que tudo anda tão incerto, me manter calma está sendo muito difícil. Eu posso perder muito do que conquistei, ou tudo pode estar melhor do que está hoje em poucos dias. Eta Roda da Fortuna porreta. E tudo o que essas pessoas que me ajudam têm dito é: Tenha calma e fé. Suas preces foram ouvidas, apesar de ainda não terem dado nenhum resultado visível.
A história hoje é longa. Então sentem nesses puffs roxos e vermelhos que estão espalhados pela sala, e curtam a estada!
Quando me despedi de meu primeiro amor, que nunca deu certo, vindo
embora para São Paulo, ouvia muito a trilha sonora do filme Armageddon,
que era um lançamento. O Cd era de minha prima (que ficou com um tempo
com o menino, mas isso é detalhe), e eu trouxe uma cópia em fita k7 prá
ouvir aqui. Ainda não existia internet grátis, e eu mal tinha um lugar
onde tocar a fita. só fui ter som com cd 2 anos depois, foi a prmeira
coisa que comprei com meu dinheiro :)
Fui ouvindo, ouvindo e ouvindo o cd, por muito tempo. Tentava, com meu
parco inglês, decifrar o que as músicas diziam, mas mesmo hoje não
tenho um listening perfeito.
Há uns 2 anos atrás, comprei o CD original, quando já até tinha
esquecido do assunto. Encontrei por acaso, a R$10,00, numa loja de Cds
que nunca mais fui. Ouvi esporadicamente desde então.
Agora, coloquei prá ouvir enquanto arrumava o quarto. É um disco bom, e
que me traz a sensação de estar em casa, que eu realmente tenho
precisado.
Ouvindo, me deu vontade de procurar a letra de uma música que e ainda não consigo pegar completamente de ouvido: When The Rainbow Comes, da Shawn Colvin.
Que coisa, não fazia idéia de que ela imaginava do que fala!
Posto ela aqui e ofereco para... Hum... vocês sabem quem né? Claro que
é prá você que está lendo!!!! Ba-ka! Olhe para o céu, e veja o mundo
por todos os lados! Pense que se vc está cedendo, nós também tivemos
que ceder! Compartilhe da minha alegria! Faça um novo dia brilhante!!!!!! Assim é o mundo!
Com amor
Lórien, ou Lúthien, ou Cayra, ou Sakura
C'mon pack your bags
Clear the floor
Let's step out through the open door
Leave a note that says goodbye
And build a new house
Down by the sea
Get to the place we were meant to be
You'll know it when you smile
Up at the window
Search in the sky
Looking for the rainbow
And don't ask why
I wanna see the rainbow come
Hey!
We'll be leaving on all sides, ooooh!
When the rainbow comes
La la la la la la la la
La la la la la la la la
When the rainbow comes
Mr. Postman look and see
If there's a message in your bag for me
Could be a bomb or it could be a letter
It don't matter it can only get better
hey Mr. Postman look and see
If there's a message in your bag for me
You know it's been such a long long time
Since I could laugh at this world of mine
Slippin' and slidin' around in your head
It's be-bop-a-lula then baby you're dead
So c'mon make a bright new day
I need a prayer here
Need a blessing
Cast an eye back as you run
Turn around boy!
See the rainbow come
Hey You'll be leaving on all sides
When the rainbow comes
When the rainbow comes
See the world from all sides
When the rainbow comes
When the rainbow comes
La la la la la la la la
La la la la la la la la
When the rainbow comes
(mais alguém curtiu a citação aos The Carpenters?)
Acabo de decidir uma coisa para quando eu tiver um lar novamente. Na
porta da cozinha - isto é, o primeiro lugar que eu realmente olho ao
acordar, já que tenho o hábito (saudável, alguns diriam, viciante, acho
eu) de beber água todos os dias assim que levanto, uma pintura feita
por mim, e, logo abaixo dela, uma cópia, fofamente emoldurada, de
Aurora, dos The Carpenters:
Morning opens quietly
A shadow vision over me
I know you well
Hidden by the window pane
And all my sadness gone charade
Begins to fade
How long it stayed
Patterns of another day
Awaken slowly out of gray
A tolling bell
Rolling down the alleyway
It's calling all my dreams away
My dreams are songs
I play...
E, logo de frente para a entrada do meu quarto, que é a única coisa que
eu realmente olho depois que eu chego em casa, haverá um quadrinho
semelhante, com a letra de Eventide, tbm dos The Carpenters, e que,
complementar a ela, é cantada sobre exatamente o mesmo insturmental:
Lying under barren skies
The light escaping from my eyes
Below the moon
Walking down the avenue
I'm followed by the afterglow
The velvet rose
Of evening grows
Weary to be home again
Among the faces of my friends
The day is done
Candles burning by the sea
Are waiting for me patiently
I wish the same
For you...
Não são a manhã e o entardecer perfeitos? deuses, eu REALMENTE quero sentir isso tudo!
The Carpenters funciona muito bem comigo...
Apolo, dedico esse dia a você! Que sol maravilhoso.
Último dia de serviço. Correria total, já que temos que desmontar o
escritório, uma vez que ele vai ser pintado. As pessoas fazem muita
bagunça.
Cheguei cedo, e estou ouvindo j-rock enquanto arrumo as coisas.
A cidade já está bem mais vazia hoje. Comparando a segunda, ou
terça-feira, é quase o paraíso. Na verdade, to na consolação, não na
paraíso, então isso não é uma piada com os nomes das estações de metrô
de sampa...
Sabe, eu gosto da cidade. Entendo os sentimentos do Jovem Sonhador do
Noites Brancas de Dostoiévski, apesar de não estar tão melancólica
quanto ele por ter mais espaço prá caminhar e poder atravessar sem
esperar o sinal vermelho. Estou, na verdade, bastante feliz hoje. Mas
os movimentos da cidade são tão belos e intrigantes para mim! Acho que
ano que vem vou escrever crônicas urbanas. Que tal se chamarem "São
Paulo-Babilônia" em homenagem ao Tokyo Babylon do CLAMP? As reflexões
sobre a urbanidade do Tokyo Babylon também são muito interessante. A
maior parte da história se passa através por conflitos entre as pessoas
que surgiram com as grandes cidades contemporâneas...
Bom, um mês de férias me aguardam, e eu estou escrevendo aqui.
Escrevendo para não ser lida. Se você chegou até aqui, muito obrigada,
e parabéns. Mas ultimamente parece que ninguém mais lê meu multiply
Saudações!
 "Pessoas do passado, obrigada. A Terra está indo bem. E, de certa forma, eu estou indo bem"
Imagine um tempo onde fazem quase dois séculos em que não há nenhuma guerra. Nesse tempo nenhuma das pessoas que estão vivas viu uma guerra, e as crianças mal sabem o significado dessa palavra, exceto pelos livros de história "acho que guerra era quando um país lutava com o outro", um diria. "Mas não existem mais países há 120 anos, como pode haver guerra?" alguém pergunta. "Não, acho que se um monte de gente lutasse com um outro tanto seria uma guerra". "Mas quantas pessoas seriam um monte de gente?" "Acho que umas mil..." Isso foi possível depois da Terra ter sido afetada pela explosão da estrela Hydrus Beta, que se tornou uma supernova. A luz e o calor provenientes da explosão causou vários desastres na terra, dizimando parte de sua população, o céu se tornou verde, e os cientistas logo descobriram que, cento e noventa anos adiante, uma segunda onda de impacto, com os restos da estrela explodida se chocariam contra a terra, e aquele provavelmente seria o fim do planeta. Foi aí que os homens se uniram por um interesse maior, impedir a destruição total da humanidade. Uchuu no Stellvia conta a história de Shima Katase, que, 189 anos depois da explosão da Hydrus Beta entra na academia espacial da Fundação Stellvia, para aprender pilotagem com o objetivo de ver o céu, não de baixo, mas estando no céu. Todos se preparam para a Grande Missão - Isso é, anular a segunda onda de impacto da explosão estelar, mas, apesar disso, continuam suas vidas normalmente. Partindo do Peru para a base espacial de Stellvia a bordo de um dispositivo anti-gravitacional, já durante a viagem ela encontra aquela que se tornará sua mais inseparável amiga: Arisa (seria algo como Alice para os ocidentais - esse é um nome difícil de lembrar de modo que, fãs de Bleach que eu conheço e nos quais me incluo que assistiram Stellvia costumam chamá-la de "filhinha do Abarai"), uma jovem brincalhona e espirituosa, além de uma pessoa muito importante que, a princípio, elas acham que deve ser "o dono da barraquinha de doces de Stellvia". Shima, apelidada de Shippon por seus colegas de sala, é muito inteligente, mas, em determinados momentos, fica tão nervosa que não consegue fazer nada direito. Assim, o anime que começa com um clima alegre e trivial, vai se aprofundando com o correr dos episódios e o crescimento dos personagens, para se tornar sutilmente psicológico mais adiante, com os personagens estabelecendo relações profundas entre eles, e se expressando mudamente, a partir de olhares e gestos que trocam uns com os outros. A profundidade do anime em nada fica a dever para a de "Sokyuu no Fafner", anime da mesma produtora que foi feito depois de Stellvia. o design do anime é lindo. Tanto em termos de cenários, quanto em termos de naves (mas a computação gráfica assusta um pouco no início até nos acostumarmos a vê-la mesclada ao anime), e em termos de roupas. Quando os cosplayers descobrirem Stellvia nossos eventos certamente terão mais brilho com todos aqueles uniformes fofos e coloridos!
Por fim, atentem para a trilha sonora: Toda a parte musical do anime é maravilhosa, mas especialmente as aberturas e encerramentos maravilhosamente cantados por Angela (que fez também a trilha de Fafner). Na verdade, eu cheguei até Stellvia procurando pela versão lenta de "Asu e no Brilliant Road", que descobri ser a música de abertura do anime. E, certamente, não me arrependo pela descoberta. Stellvia é lindo, e viciante.

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